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O Império Britânico: Ideologias, perspectivas e percepções

O Império britânico constituiu uma realidade extremamente variada e complexa no tempo e no espaço. Se numa primeira fase as colónias na América do Norte desempenharam um papel primordial, o Império consolidou-se e atingiu o apogeu entre finais do séc. XIX e a Primeira Guerra Mundial, mediante o domínio exercido na Índia, no Sudeste asiático e em África, alargando mesmo a sua influência após 1919 até ao processo de descolonização desenvolvido a partir de meados do séc. XX.

Tanto pela diversidade de culturas que envolveu como pela variação no tempo de argumentos legitimadores do colonialismo, o Império britânico originou uma vasta produção de obras do mais variado jaez – biografias, autobiografias, poemas, contos, romances, relatos de viagens, periódicos, ensaios políticos e económicos, estudos antropológicos, pinturas, esculturas, obras arquitectónicas, fotografias – que transmite uma pluralidade de vozes com valores e perspectivas heterogéneas sobra a experiência colonial.

Para além de explorar os conceitos de império, colónia, colonialismo e imperialismo, importa analisar os resultados dessas experiências individuais e colectivas, incluindo os argumentos favoráveis à “missão civilizadora europeia” e a denúncia de interesses económicos inconfessados; a afirmação agressiva da superioridade cultural britânica e a consciencialização gradual da valia e legitimidade de culturas diferentes conducente a dissonâncias, dúvidas e interrogações sobre a universalidade da cultura dominante; e os modos como os valores da hierarquia social vigentes em Inglaterra se transplantam para as colónias e aqui se metamorfoseiam ou mantêm, seja no paternalismo político e doméstico ou no misto de atracção e repulsa exercido por culturas outras.

 
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